14 de fevereiro: parabéns, Delphi!

Há 22 anos nascia “A” ferramenta de desenvolvimento! Uma linguagem legível e poderosa. Uma IDE absurdamente produtiva. Um mundo de possibilidades que se abria! Grandes sistemas sendo produzidos e entregues no prazo e no orçamento desde então. E sabe o que é mais legal? Passou todo este tempo e ela continua atualizadíssima, suportando o que há de mais recente e moderno no mundo da tecnologia!

Com Delphi você trabalha facilmente com IoT, cria e/ou consome serviços REST/JSON com uma tremenda facilidade, “fala” com praticamente todos os bancos de dados no mercado, inclusive NoSQL, compila o mesmo código para Windows 32 e 64 bit, Mac-OS, iOS, Android e, como você já deve saber, muito em breve para servidores Linux!

Em minha opinião, é uma pena que alguns acontecimentos do passado, como:

  • a mudança de nome da fabricante (Borland -> Inprise -> Borland);
  • o falecido Kylix (que Deus o tenha, se é que ele foi para o céu!); 
  • a tentativa de acreditar na Microsoft que afirmava que o mundo seria .Net (lembra do Delphi 8, sem Win32?!);
  • a divisão da Borland em duas áreas de negócio (ALM e Dev), seguida das compras pela Microfocus e Embarcadero;
  • e o baixo investimento no mundo acadêmico;

…fizeram muitas pessoas deixar de ver o tamanho da evolução do produto! Algumas até afirmam que hoje é uma “linguagem defasada”, uma “ferramenta ultrapassada”. Pode isso?! Tem gente até que já matou o coitado! Pois eu nunca vi um defunto tão atualizado assim!!! 😀

Sou suspeito em falar, pois uso o Delphi há 16 anos! Aprendi a programar com ele e de lá pra cá não me lembro de nada que precisei fazer e não foi possível fazer com Delphi. Já trabalhei também com PHP, Javascript, Java e um pouquinho de C#, mas para mim, nenhuma dessas é tão poderosa e produtiva quanto o Delphi! #ILoveDelphi

Parabéns Delphi pelos seus 22 anos de pura evolução! E que venham mais 222! 😛

Um forte abraço!

PS 1: imagem de destaque retirada deste post no blog do Jim McKeeth.
PS 2: se estiver a fim de um “momento nostalgia”, dá uma olhada neste post do Marco Cantù, com imagens muito legais!

 

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